1698b847c2e4fe98c05adcdc9d420590_XLO processo de tornar-se pai e mãe envolve a entrada em um novo universo, que tem como pilar a criança recém-nascida. Tal experiência permite aos pais um retorno ao que viveram enquanto ainda eram filhos, vivências estas que servirão de referencial para o novo momento proporcionado. Diante de tais prerrogativas, o trabalho na clínica precoce acontece tanto com os pais, quanto com o bebê.

Por não ter ainda domínio verbal, a criança pequena apresenta formas diferenciadas de expressar suas dificuldades, muitas vezes falando através do corpo. Quando os pais percebem alterações, por período prolongado, no comportamento de seus filhos, pode ser um sinal de que algo não vai bem e então um momento propício para buscar um profissional da área. Algumas dessas alterações seriam: distúrbios constantes no sono, choros excessivos, mordidas frequentes, dificuldades na alimentação, adoecimentos permanentes sem causa evidente, atraso na fala e na motricidade, dentre outros.


Sobre a psicoterapia com bebês:

Destacando-se a importância dos laços na infância tenra, a clínica precoce busca atuar junto à posição assumida pelos pais em relação ao bebê e pelo bebê em relação aos pais, de modo que, o ser mãe e o ser pai seja algo prazeroso para os mesmos, permitindo criar um ambiente saudável para o crescimento infantil. Sendo assim, as sessões acontecem não apenas com o bebê, mas também com aquele que dele cuida.

A clínica da primeira infância também se apresenta como um diferencial no acompanhamento de crianças com transtornos globais do desenvolvimento, seja de natureza congênita ou não.

Manuella Bayma - Psicóloga Infantil e da Adolescencia em Fortaleza